sábado, 24 de outubro de 2009

Centenas de londrinos pedem fim dos conflitos no Afeganistão

Cerca de cinco mil pessoas, incluindo parentes de soldados, se concentraram hoje nas ruas do centro de Londres para pedir o fim da guerra no Afeganistão.

O centro das atenções na manifestação foi o cabo do Exército britânico Joe Glenton, que em novembro irá a julgamento em um tribunal militar por se recusar a retornar ao Afeganistão, onde já morreram 222 soldados do Reino Unido desde o início da guerra.

O cabo, que participou da manifestação desobedecendo as ordens de seus superiores, ressaltou sua resistência em lutar em uma guerra que, para ele, não é "legal" nem "justificável".

Entre os manifestantes que discursaram o que se destacou mais foi Peter Brierley, cujo filho, Shaun Brierley, morreu na Guerra do Iraque.

Brierley ganhou fama no mês passado por repreender o ex-premiê Tony Blair, que levou os britânicos às guerras do Iraque e do Afeganistão, após uma missa em Londres em memória dos soldados do Reino Unido mortos no Iraque.

O pai do soldado se negou a cumprimentar Blair e afirmou: "O senhor tem o sangue do meu filho em suas mãos".

A manifestação acontece no momento em que uma pesquisa de opinião feita pelo "Channel 4" aponta que 62% dos britânicos querem a retirada das tropas do Afeganistão.

Aluno: Vítor Herkenhoff - 2.3.1

Começa campanha para o 2º turno no Afeganistão


A campanha para o segundo turno das eleições presidenciais no Afeganistão está começando oficialmente. O atual presidente, Hamid Karzai(esq.), vai enfrentar seu oponente, Abdullah Abdullah(dir.), em duas semanas.
A realização do segundo turno foi anunciada depois que as autoridades eleitorais decidiram que casos de fraude na votação durante o primeiro turno, em agosto, inflaram os resultados de ambos os candidatos.
O candidato da oposição, Abdullah Abdullah, ameaçou abandonar as eleições caso não haja substituição de funcionários da Comissão Eleitoral Independente, indicados pelo governo. Ele pede que eles sejam substituídos por pessoas aceitas tanto por ele como por Karzai.
'Irregularidades'
Apesar de toda a polêmica envolvendo o pleito no Afeganistão, o enviado especial dos Estados Unidos ao país diz que há motivos para se esperar que haja menos irregularidades no segundo turno que na votação de agosto.
Postado por Humberto Jorge Sackl Jr. 2.3.1.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Páginas de um livro que tacha Hezbollah como terrorista são arrancadas


Um centro de ensino particular libanês optou por arrancar as páginas de um livro-texto que descrevia o Hezbollah como um grupo terrorista, depois que um ministro do grupo reclamou formalmente com o titular da Educação.
O manual de "História Moderna do Mundo", utilizado por alunos do oitavo curso do colégio International College de Beirute há sete anos, foi impresso nos Estados Unidos, onde o Hezbollah é considerado um grupo terrorista.
No Líbano, o Hezbollah é considerado um grupo de resistência que combateu a ocupação israelense do sul do país, que durou 22 anos.
O ministro do Trabalho libanês, Mohammad Fneich, que é membro do Hezbollah, apresentou uma queixa contra o texto ao titular da Educação, Bahia Hariri, e pediu que fosse tomada uma ação contra o colégio em questão.
O ministério da Educação convocou o diretor do International College, John Johnson, que, após ouvir a queixa, optou por arrancar as páginas do livro, em vez de retirá-lo de circulação.
Além de ter um ministro no governo interino, o Hezbollah conta com 11 deputados no Parlamento, administra vários colégios e hospitais, e realiza obras sociais para ajudar, sobretudo, as famílias dos combatentes xiitas que morreram na luta contra Israel.
A televisão Al Manar, porta-voz do Hezbollah, afirmou que o mencionado livro-texto não só descreve seu movimento como terrorista, mas também os grupos palestinos Hamas e Jihad Islâmica.



Lucas Hinsching da Silva - 2.3.1

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tony Blair é chamado de terrorista por palestino


Tony Blair foi atacado verbalmente por um palestino que se aproximou enquanto o ex-premiê britânico visitava uma antiga mesquita durante viagem oficial à cidade de Hebron, na Cisjordânia. O homem gritou "você é um terrorista", mas logo depois guarda-costas reprimiram a ação do cidadão.

Blair, de 56 anos, é o enviado para o Oriente Médio do quarteto formado pela União Europeia, Estados Unidos, Rússia e Nações Unidas.

A maior parte dos palestinos e israelenses quer que o conflito seja "resolvido de maneira pacífica", comentou. Eles entendem "que não será resolvido ao menos que achemos uma maneira de criar dois Estados, um Estado de Israel e um Estado da Palestina, lado a lado, em paz".

"Francamente, não são protestos que irão conseguir isto. É uma negociação paciente", acrescentou Blair a repórteres.

Blair segue impopular entre alguns árabes por apoiar a invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003, e por ter mantido uma posição supostamente favorável a Israel enquanto foi premiê da Grã-Bretanha.

Aluno: Vítor Herkenhoff - 2.3.1

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Brasileiros em Gaza estão incomunicáveis, diz diplomata


O escritorio de Representacao do Brasil em Ramallah, na Cisjordania,esta a dois dias sem conseguir estabelecer contato com duas das tres familias que moram na Faixa de Gaza.




Luiz Carlos Coelho Jr. 231

EUA e Rússia decidem estudar novas medidas contra o Irã


De acordo com a secretaria norte-americana de Estado, Hillary Clinton, os EUA e a Russia necessitam avaliar novas medidas contra o Ira, caso nao haja uma solucao diplomatica para conter o programa nuclear da Republica Islamica.

Ao visitar Moscou na semana passada,Hillary afirmou na esntrevista que ha um consenso com Kremlin.

''Concordamos em fazer da diplomacia a prioridade com o Ira.Mas, se nao obtivermos sucesso,vamos considerar outras medidas'', disse Hillary na estrevista.

Ela descreveu suas conversas com as autoridades russas bem ''construtivas'', e afirma ter plena concordancia sobre o caminho a trilhar.Moscou tambem foi elogiada por nao ter levados seus planos adiante para entregar missei ao Teera.

''Ate agora, eles nao entregaram nenhum sistema de foguetes ao Ira.Vemos isso como um bom sinal'', de acordo com a versao traduzida para o alemao.

De acordo com a secretaria, os Eua querem cooperar com a Russia na questao da defesa antimisseis.

''Na questao do escudo antimisseis,estamos muito abertos a cooperadao com os russos.Deixamos isso claro a eles.Acreditamos que uma defesa antimisseis conjunta faca sentido'', disse Hillary.


Luiz Carlos Coelho Jr. 231

domingo, 18 de outubro de 2009

Ahmadinejad afirma participação de agentes paquistaneses no atentado


O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse que "agentes de segurança no interior do Paquistão" teriam participado do atentado suicida que matou pelo menos 30 pessoas hoje (18/10) na região de Sistan e Baluchistão, na fronteira entre os dois países e o Afeganistão.

Em declarações divulgadas pela agência de notícias local "Fars", o presidente iraniano pediu ao Governo paquistanês para não perder tempo e cooperar com o Irã para identificar e punir os culpados.

"Fomos informados de que alguns agentes de segurança estão cooperando com elementos importantes neste ataque terrorista. É nosso direito exigir que esses criminosos nos sejam entregues", afirmou Ahmadinejad.

A autoria do atentado, cometido nesta manhã em uma cidade vizinha à fronteira com o Paquistão, foi assumida pelo grupo extremista sunita Jundullah ("exército de Alá"), que já agiu na região anteriormente.

Aluno: Vítor Herkenhoff - 2.3.1

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ahmadinejad ira visitar o Brasil em novembro


O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, fará uma visita oficial ao Brasil no fim de novembro, anunciou neste domingo o diretor da Associação de Amizade Irã-Brasil, Mir-Qasem Momeni. "Durante a viagem, serão debatidas questões econômicas e culturais, assim como a ampliação das relações bilaterais", disse Momeni. Fontes brasileiras já tinham dito que a visita poderia acontecer em 23 de novembro. Caso realmente aconteça, a viagem será a primeira de Ahmadinejad ao Brasil, país com o qual o Irã estreitou relações políticas e econômicas nos últimos meses.
No campo político, o Brasil comemorou na semana passada a retomada das conversas do Irã com a comunidade internacional sobre seu programa nuclear. A questão chegou a ser discutida entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega americano, Barack Obama, em uma reunião paralela à cúpula do Grupo dos Vinte (G20, os países mais ricos e as principais nações emergentes), realizada em Pittsburg (EUA), no fim de setembro.
Na ocasião, Lula, que cogita a hipótese de viajar ao Irã no ano que vem, se posicionou contra a imposição de novas sanções à República Islâmica. O presidente brasileiro também disse, durante a reunião do G20, que pretende estreitar ainda mais os laços com o Irã. Segundo especialistas, o comércio entre Irã e Brasil movimenta cerca de US$ 2 bilhões ao ano.



Lucas Hinsching da Silva - 2.3.1

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

EUA retirarão mais 4 mil soldados do Iraque em outubro


O governo de Obama retirara cerca de 4 mil soldados no Iraque em outubro, indicou o chefe militar Ray Odierno.

Odierno apresentara seu testemunho hoje em uma audiencia na Camara Baixa, sobre o Iraque, pais invadido pelos EUA em marco de 2003.

Desde sua chegada na Casa Branca, Obama fez um programa que preve o fim das tropas por volta de setembro de 2010.


Luiz Carlos Coelho Jr. 231

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Irã testa mísseis de longo alcance


A televisão iraniana noticiou nesta segunda-feira que o país testou mísseis de longo alcance Shahab-3.
Os mísseis têm alcance de cerca de dois mil quilômetros, podendo atingir, em tese, Israel e bases americanas no Oriente Médio. Parte da Turquia também estaria no alcance dos Shahab-3.
No domingo, o Irã havia lançado dois mísseis de curto e médio alcance. Os canais estatais Al Alam e Press TV mostraram imagens de manobras militares nas quais os mísseis de curto alcance Tondar-69 e Fateh-110 foram lançados em um terreno semelhante a um deserto.

Aluno Humberto Jorge Sackl Jr 231

domingo, 27 de setembro de 2009

Chefe do Pentágono diz que Irã enfrentará sanções mais severas


O secretário da Defesa americano, Robert Gates, disse neste domingo (27) que "a opção militar" não é a mais eficaz para lidar com o programa nuclear do Irã, e advertiu que o Governo de Teerã enfrentará sanções internacionais mais severas se continuar sua política atual. Estados Unidos, França e Reino Unido denunciaram na semana passada a construção, em sigilo, de uma usina nuclear no Irã. Na próxima quinta-feira, começará em Genebra uma rodada de discussões, com a participação também de Irã, Rússia, Alemanha e
China. "Os iranianos estão, neste momento, em uma posição muito ruim, diante de todas as grandes potências, devido a seu engano", disse Gates à rede "CNN" de televisão. "Há, obviamente, a oportunidade de sanções graves adicionais", acrescentou. Situação no Irã é turbulenta, depois dos protestos meses atrás contra o resultado das eleições presidenciais, e quando aproximadamente 40% dos jovens iranianos estão desempregados. "É claro que, depois das eleições, há fissuras bastante profundas na sociedade e na política iranianas, e provavelmente entre os governantes", acrescentou. "Essa é uma das razões pelas quais acho que as sanções econômicas adicionais, e especialmente severas, poderiam ter um impacto", disse.

Acusação
O embaixador do Irã perante a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Ali Asghar Soltaniyeh, acusou Estados Unidos, França e Reino Unido de desconhecer a norma internacional e tentar enganar o mundo. Em entrevista concedida à rede de televisão estatal "PressTV" e divulgada neste domingo (27), o representante iraniano insistiu em que seu país não agiu de forma clandestina na construção da segunda usina de enriquecimento de urânio, denunciada esta semana pelos EUA.

A nova instalação estaria escondida sob uma colina perto da cidade santa de Qom, cerca de 150 quilômetros ao sudoeste de Teerã, e poderia abrigar cerca de 3 mil modernas centrífugas. "Nego de forma categórica que tenha havido ocultação ou engano. É uma pena que os líderes desses três países não tenham assessores que lhes informem que, de acordo com as normas, só é obrigatório informar seis meses antes da introdução do combustível", disse.
Luiz Henrique Eltermann Viotti - 2.3.1

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Jornalista que jogou sapatos em Bush vai ser libertado


O jornalista iraquiano Muntazer Al Zaidi, que ganhou fama por jogar os sapatos em direção ao ex-presidente americano George W. Bush, poderá desfrutar dentro de alguns dias a liberdade e a fama, já que recebeu diversas propostas depois de seu ato, que vão de ouro, passam por apartamentos e carros de luxo e incluem até namoradas.
Repórter do pequeno canal de televisão privado local Al-Bagdadia, passou ser visto como heroi por muitos em dezembro do ano passado, quando jogou os sapatos contra o então presidente dos Estados Unidos.
"Este é o beijo de despedida, cão nojento", gritou em direção a Bush diante das câmeras de todo o mundo.
Desde então ganhou uma fama que vai além dos países árabes e seu rosto apareceu em camisas de apoio de Rabat ao Cairo, passando por Gaza e Londres, quando foi julgado.
Depois de passar nove meses na penitenciária, Al Zaidi deve recuperar a liberdade em 14 de setembro, após uma condenação a três anos de prisão que foi reduzida após uma apelação.
Ao sair da prisão ele será recebido com milhares de presentes e uma grande festa em Bagdá, anunciou o irmão Durgham Al Zaidi.
"Recebemos promessas de dinheiro. O emir do Qatar prometeu um cavalo de ouro, o coronel Muammar Kadafi quer condecorá-lo e outras pessoas querem enviar automóveis", disse Durgham.
O canal Al-Bagdadia ofereceu um novo apartamento, mais amplo que o que ele vivia antes de ganhar notoriedade.
Na prisão, o jornalista, que é solteiro, também recebeu muitas ligações de pais dispostos a dar suas filhas em casamento, assim como de grupos políticos iraquianos que desejam a entrada do jornalista na vida pública.
Mas de acordo com o irmão, Muntazer não deseja fazer política. O jornalista também não revelou concretamente o que pretende fazer ao deixar a prisão.



Lucas Hinsching da Silva - 2.3.1

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ladrões são condenados à morte em Bagdá

O tribunal iraquiano condenou à morte quatro pessoas detidas no fim de julho pelo assalto a um banco no centro de Bagdá.
O juiz Abdel Sattar Albirqdar, que absolveu uma quinta pessoa, disse que é possível recorrer da sentença.
No dia 28 de julho, uma agência bancária no centro de Bagdá foi assaltada por um número não determinado de ladrões. Oito seguranças foram mortos na ação. Segundo informações, os bandidos levaram cerca de US$ 7 milhões do banco.
O assalto foi considerado o maior ocorrido no Iraque desde que, em 2003, o ditador Saddam Hussein foi derrubado.
Três dias após o roubo, fontes oficiais anunciaram a detenção de vários integrantes da quadrilha que assaltou o banco.



Lucas Hinsching da Silva - 2.3.1

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Choques entre Hamas e seguidores de clérigo 'matam 13' em Gaza


Confronto entre integrantes das forças de segurança do grupo palestino Hamas e seguidores de um clérigo radical islâmico na Faixa de Gaza deixaram nesta sexta-feira 13 mortos e mais de 60 feridos, segundo informações dos serviços de emergência.
Segundo testemunhas, centenas de policiais do Hamas e outros militantes teriam cercado e atacado com foguetes uma mesquita em Rafah, perto da fronteira com o Egito, onde os seguidores do clérigo Abdel-Latif Moussa se concentravam.
Acredita-se que pelo menos 100 militantes estivessem refugiados na mesquita.
A maioria dos mortos foi de simpatizantes do clérigo, mas há registro de que um integrante do Hamas e uma criança também morreram.
Aluno: Humberto Jorge Sackl Jr. 2.3.1.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Exército israelense investiga possível sequestro de um soldado


O Exército israelense iniciou nesta quinta-feira uma operação de rastreamento no centro de Israel, para investigar o possível sequestro de um soldado por um grupo miliciano palestino ainda não identificado até o momento, informou um porta-voz militar à Agência Efe.
A fonte afirmou que a operação foi iniciada depois que o autodenominado "Exército de Al Quds" anunciou, em uma ligação à agência de notícias palestinas Ma'an, que seus membros tinham sequestrado um soldado próximo ao aeroporto internacional de Ben Gurion.
Durante a ligação, o grupo, que não foi identificado até o momento, afirmou que ofereceria mais detalhes posteriormente.
O porta-voz militar israelense consultado pela Efe disse que, após a ligação do grupo miliciano palestino, uma testemunha independente disse ter visto um soldado sendo obrigado por dois homens a entrar em um automóvel.
A testemunha afirmou que o incidente aconteceu na área descrita pelo grupo miliciano palestino.
Lucas Hinsching da Silva. 2.3.1

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Árabes não vão desistir, avisa Emerson


Após ter sua proposta de transferência para o Al-Ahli recusada pelo Flamengo, Emerson voltou aos treinamentos na última terça-feira e reafirmou que está feliz na Gávea. Porém, como profundo conhecedor dos dirigentes árabes, já que atuou muitos anos no Oriente Médio, ele disse que dificilmente o time dos Emirados Árabes vai desistir de levá-lo.

"Eles não desistem facilmente. Quando querem uma coisa, vão atrás dela até conseguirem. Por isso, é bem provável que eles aumentem a proposta", ressaltou.

Apesar de acreditar que o negócio ainda vá se concretizar, Emerson garante estar com o foco nos compromissos do time rubro-negro. "Prefiro ficar à distância das negociações. É claro que sei o que está acontecendo, mas procuro ficar concentrado nas partidas que vou jogar".

Ovacionado no domingo, na vitória diante do Corinthians, Emerson contou que para o sonho ficar completo só falta um título nacional. "Já consegui virar ídolo do meu clube do coração, mas a coroação seria sair após ganhar um Brasileiro".

Aluno: Vitor Herkenhoff - 2.3.1

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Kuait frustra plano da al-Qaeda de atacar base dos EUA no país

O Kuait afirmou nesta terça-feira (11) que descobriu um plano relacionado à al-Qaeda de bombardear um acampamento militar norte- americano e outras "importantes instalações" no país membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Um comunicado do Ministério do Interior informou que todos os seis membros da célula ligada à al-Qaeda confessaram após terem sido presos. Eles não disseram se os alvos incluíam plantas da indústria de petróleo no Kuait, o quarto maior exportador de petróleo do mundo.


''A segurança do Estado descobriu uma rede terrorista adepta à al-Qaeda que incluía seis cidadãos (kuaitianos) que planejavam realizar um plano de bombardear o campo Arifjan, a sede da segurança do Estado e outras importantes instalações", informou o Ministério.
O campo Arifjan está localizado no sul do Kuait e serve como uma plataforma para as forças norte-americanas em combate no Iraque. O Kuait, o caminho para a invasão do Iraque em 2003 liderada pelos Estados Unidos que expulsou o líder iraquiano Saddam Hussein, continua sendo uma base logística para o Exército norte-americano para apoiar suas tropas no Iraque.
A al-Qaeda empreendeu ataques no Golfo Pérsico nos últimos anos, mas uma repressão severa feita pelos governos da região teve sucesso em diminuir a violência.


Luiz Henrique Eltermann Viotti - 2.3.1

domingo, 5 de julho de 2009

Ataques matam duas pessoas e deixam 21 feridos no Iraque

Pelo menos duas pessoas morreram e outras 21 ficaram feridas em vários ataques registrados neste domingo na província de Diyala, a nordeste de Bagdá. Uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas na explosão de uma bomba escondida no carro em que viajavam no oeste de Baquba, capital de Diyala. Fora isso, um civil morreu na explosão de uma bomba colocada perto de uma loja dedicada à venda de discos, no leste de Baquba. Outras duas bombas, que foram detonadas de maneira simultânea no leste dessa mesma cidade, deixaram feridas 15 pessoas, entre elas duas mulheres e três crianças. Um civil sofreu um ferimento à bala ao ser atacado por desconhecidos na zona de Al-Tahrir, no sul da cidade. Também hoje, uma patrulha militar americana foi atacada por um grupo armado na localidade de Al-Ameriya, próxima também a Baquba, mas ainda não se sabe se houve baixas entre os soldados. Os incidentes acontecem cinco dias depois de as tropas americanas concluírem sua retirada de todas as cidades iraquianas.


Lucas Hinsching da Silva - 2.3.1

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Irã exige desculpas da UE para dialogar sobre programa nuclear

Irritado com as críticas da União Europeia ao modo como lidou com os protestos pós-eleição, o governo do Irã acusou nesta quarta-feira o bloco de se intrometer em seus assuntos e exigiu um pedido de desculpas antes de retomar qualquer conversação sobre o programa nuclear iraniano.


O principal comandante militar do Irã impôs a condição em meio a contínuas recriminações sobre a eleição presidencial de 12 de junho, na qual o conservador Mahmoud Ahmadinejad foi reeleito,
derrotando rivais que insistem que a eleição foi fraudada para beneficiá-lo.

"Por causa da interferência deste grupo (a UE) nos distúrbios depois da eleição... eles perderam qualificação para manter conversações sobre questões nucleares com o Irã", disse o general Hassan Firouzabadi.

Três potências da UE -- Grã-Bretanha, França e Alemanha -- mantiveram negociações com o Irã sobre suas atividades nucleares, que o Ocidente suspeita tenham como objetivo a produção de bombas atômicas. O Irã diz que o programa é integralmente pacífico. O Irã rejeitou a exigência, dizendo ter o direito de enriquecer urânio, já que é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear.
O governo do presidente dos EUA, Barack Obama, demonstrou interesse em se juntar às negociações, mas os tumultos pós-eleitorais complicaram qualquer envolvimento norte-americano com o Irã.
Os ultraconservadores iranianos, que consolidaram seu controle do poder depois que as forças de segurança suprimiram os protestos de rua, culparam as potências estrangeiras pelas manifestações, as mais graves desde a Revolução Islâmica, de 1979. Junto com os Estados Unidos, Rússia e China, as nações do bloco europeu ofereceram ao Irã um pacote de incentivos econômicos, entre outras vantagens, em troca de sua desistência de enriquecer urânio -- um processo de produção de combustível utilizado em usinas de energia elétrica, mas também com potencial de uso na fabricação de bombas atômicas.

Luiz Henrique Eltermann Viotti - 2.3.1

terça-feira, 30 de junho de 2009

Após seis anos, tropas americanas comecam a deixar o Iraque


Mais de seis anos depois de invadir o Iraque sob o pretexto de encontrar armas de destruição em massa, as tropas americanas começam a deixar as cidades ocupadas nesta terça-feira. A partir de agora, a segurança interna passa a ser responsabilidade dos iraquianos, em um passo crucial para a retirada total, prevista para 2011.
O governo iraquiano decretou o dia 30 de junho feriado para celebrar a retomada do controle da segurança pelas forças nacionais. Apesar do recente aumento no número de atentados, mais de 200 pessoas foram mortas este mês .
As tropas americanas e de outros países aliados foram enviadas ao Iraque em 20 de março de 2003 por decisão do presidente George W. Bush. Alegando que que o país então governdao por Saddam Hussein possuia armas de destruição em massa que representavam um risco especialmente para os EUA, ainda abalados pelos atentados de 11 de tembro de 2001, Bush decidiu invadir o Iraque, mesmo sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU. Ele recebeu o apoio dos então chefes de Estado Silvio Berlusconi (Itália), José María Aznar (Espanha), Durão Barroso (Portugal) e Tony Blair (Reino Unido) .
Cerca de um ano após a invasão, sem encontrar as mencionadas armas de destruição em massa, Bush mudou seu discurso e passou a afirmar que a ocupação fazia parte de um plano para libertar o país e garantir a democracia e a paz mundial.
Luiz Carlos Coelho Jr. - 2.3.1